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Detox é realmente eficaz?

Em período pós festas, férias, carnaval, é muito comum se ouvir falar em “Alimentação Detox”, mas você sabe se fazer um “Detox Alimentar” é realmente eficaz?

Antes de qualquer explicação, gostaria de falar um pouco sobre o que significa esse termo e quais alimentos são os alimentos considerados detoxificantes. Vamos lá?

O que é Alimentação Detox ou Dieta Detox?

“Alimentação Detox” ou “Dieta Detox” são termos frequentemente utilizados para abordar planejamentos que têm como principal objetivo, eliminar toxinas do organismo. Para atingir tal objetivo, é comum que esses planejamentos sejam excessivamente restritivos. Alguns profissionais sugerem a retirada de alimentos de origem animal, como: carnes, ovos, queijos, lacticínios, gorduras, outros optam pela restrição completa de carboidratos, ainda existem os que sugerem que a alimentação tenha como base o consumo de “bichos e plantas”, as mais radicais propõem somente o consumo de líquidos durante certo período.

No geral podemos descrever como planejamento alimentar potencialmente detoxificante, àquele que tem como base uma alimentação rica em proteínas magras, frutas, verduras e legumes, chás com potencial diurético, cereais, carboidratos integrais e consumo de água abundante.

Mas o Detox é importante?

O sucesso e eficácia da adoção de uma dieta capaz de detoxificar nosso corpo e ainda promover emagrecimento, em alguns casos, se dá a partir da redução no consumo de alimentos industrializados ou que tenham contaminação de agrotóxicos. Limitar o paciente ao somente ao consumo desse tipo de alimento, promove a eliminação de toxinas com mais agilidade.

Podemos então entender que é sim interessante entrar em um processo de Detox Alimentar, porém permanecer com essa conduta por um período indeterminado, pode ser prejudicial à saúde.

Devemos ter em mente, que não adianta oscilar entre momentos de ingestão exacerbada de alimentos gordurosos e açucarados se contrapondo a dias de “detox”. Não se trata de um planejamento baseado em um mecanismo de compensação.

O que se torna interessante no Detox?

O mais interessante é ter um estilo de vida saudável, com um planejamento alimentar variado, fracionado e longe do sedentarismo, que nos previne de uma série de comorbidades relacionadas ao estilo de vida, como obesidade, hipertensão e diabetes.

Dietas extremamente restritivas são estratégias utilizadas em um curto espaço de tempo visando determinado objetivo, como o de eliminar toxinas do nosso organismo em uma velocidade maior que o habitual, porém, à longo prazo, podem desencadear deficiências de vitaminas, e com isso, uma baixa na imunidade. Atenção aos longos períodos de restrição!

Alimentos Detoxificantes

Quanto à quais alimentos são considerados detoxificantes, podemos aqui listar 05 itens que não podem faltar, em um planejamento com esse propósito:

#01. Chá Verde

O chá-verde é rico em substâncias antioxidantes conhecidas como polifenóis, exemplo, a epigalocatequina-galato, que tem apresenta ação antioxidante superior à das vitaminas C e E e é  capaz de reduzir o risco de várias doenças crônicas e degenerativas, além de ajudar no retardo do processo de envelhecimento, o chá-verde também possui outras propriedades: ele é digestivo; reduz a incidência de câncer; reforça o sistema imunológico; melhora o metabolismo do fígado; favorece a redução do colesterol, sendo assim Detoxificante.

#02. Verduras Crucíferas

Brócolis, couve-flor e couve de Bruxelas, assim como nabos e folhas verdes escuras como couve e rúcula, são ricos em fibras, baixos em calorias e repletos de nutrientes, incluindo vitaminas C, E e K, folato e minerais.

#03. Limão

É um anti-inflamatório natural, rico em vitamina C, ácido cítrico, diversos bioflavonoides, vitaminas do complexo B, folato, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio e fibras.

#04. Gengibre

As propriedades do Gengibre incluem sua ação anticoagulante, vasodilatadora, digestiva, anti-inflamatória, antiemética, analgésica, antipirética e antiespasmódica.   

#05. Maçã

O consumo de maçã tem a capacidade de melhorar a digestão, por ser rico em fibras, também são a principal fonte de pectina, um polissacarídeo gelatinoso solúvel que se liga ao colesterol no trato gastrointestinal e diminui a absorção de glicose. 

Dica Bônus!

Procure orientação de um nutricionista e descubra qual a melhor estratégia para seu estado de saúde atual, mas lembre que: adotar um estilo de vida ativo, melhorar o consumo de frutas verduras e legumes, optar por carnes magras e evitar os industrializados, alimentos gordurosos e açucarados, são os pontapés iniciais para qualquer processo de detoxificação.

Veja 3 receitas que vão incrementar sua rotina com os alimentos considerados essenciais ao planejamento alimentar Detox.

Suco de Limão com gengibre e hortelã

Receita Detox para a saúde
Receita Detox para a saúde

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de cascas de limão;
  • 300 mL de suco de limão;
  • 1 colher de sopa de gengibre com casca;
  • 1 xícara de chá de hortelã;
  • 150 mL de água morna;
  • 1200 mL de água fria;
  • Adoçante à gosto.

Modo de preparo

Preparar primeiro o chá de hortelã com as folhas e a água quente e a seguir bater todos os ingredientes no liquidificador, e servir gelado.

Sopa Desintoxicante

sopa detox 3
Receita Detox para a saúde

Ingredientes

  • 2 col. (sopa) de cebola picada
  • 1 alho picado
  • 4 copos (800 ml) de água
  • Sal, noz-moscada ralada, orégano, páprica, açafrão a gosto
  • 5 folhas de escarola rasgadas
  • 3 folhas de couve-manteiga rasgadas
  • 2 folhas de acelga rasgadas

Modo de preparo

  1. Em uma panela antiaderente, refogue a cebola e o alho com um pouquinho de água (não use óleo). Acrescente o restante da água e os temperos e deixe ferver por 5 minutos. Junte a escarola, a couve e a acelga. Cozinhe por mais 3 minutos.
  2. Obs.: Você pode variar a combinação das folhas: 5 folhas de escarola, 3 de couve e 2 de repolho; ou 3 folhas de acelga, 3 de repolho e 3 de couve.

Suco verde de couve, limão e pepino

Receita Detox para a saude 1
Receita Detox para a saúde

Ingredientes:

  • 1 folha de couve;
  • suco de ½ limão;
  • 1/3 de pepino sem casca;
  • 1 maçã vermelha sem casca;
  • 150 ml de água de coco.

Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador e beber a seguir, de preferência sem açúcar.

Você pode guardar as porções dos ingredientes sólidos congelados para facilitar o processo.

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Alimentação Intuitiva: Tudo o que você precisa saber sobre ela

Já pensou ser capaz de ter o corpo saudável e emagrecer sem seguir nenhum tipo de dieta? Conseguir se alimentar apenas seguindo sua intuição e sinais do seu corpo? Saber exatamente o que comer e seus horários, sem precisar de nenhuma planilha para seguir?

Isso é completamente possível e esse movimento vem ganhando muita força, a famosa alimentação intuitiva. E neste post, iremos te explicar qual a sua importância e como ela pode ajuda na sua saúde.

Mas afinal, o que é alimentação intuitiva?

A alimentação intuitiva chegou para quebrar paradigmas de horários e padrões alimentares impostos por dietas da moda ou culturas de consumo alimentar extremamente restritivo. Na verdade, a alimentação intuitiva é, nada mais que, aprender a ouvir as necessidades do corpo, por isso é tão única e impossível de ser aplicada, da mesma forma, para duas pessoas diferentes, é como um cartão de crédito: pessoal e intransferível.

E como a alimentação intuitiva funciona na prática?

Para seguir a alimentação intuitiva, devemos comer quando sentimos fome e parar de comer ao nos sentirmos satisfeitos. Isso parece bem óbvio, não é verdade? Apesar da simplicidade em sua aplicação, ser capaz de ouvir esses sinais requer um profundo autoconhecimento e auto controle.

O primeiro passo é saber diferenciar a fome biológica da fome emocional.

Fome Biológica

É a necessidade física de reposição dos nutrientes do corpo, sinalizado por reações orgânicas como: barriga doendo e roncando, irritabilidade, sensação de fraqueza, dor de cabeça, fadiga, cansaço… Quando sentimos fome biológica, aceitamos qualquer alimento para sanar esses tipos de reações desagradáveis, não existe especificidade na escolha, existe a necessidade de se alimentar.

Fome Emocional

Na fome emocional, a vontade de comer nasce de sentimentos como: tristeza, alegria, ansiedade, sono… e geralmente são vontades específicas, como por exemplo: “queria comer a rabanada que minha avó preparava na ceia de Natal”.

Geralmente a fome emocional leva à vontade de consumir alimentos ricos em açúcar, que promovem sensação de prazer imediato e, para muitos, logo depois surge sentimentos como culpa, arrependimento e raiva por ceder ao desejo, o indivíduo se sente incapaz de controlar suas vontades.

O princípio da Alimentação Intuitiva

O princípio fundamental que rege a alimentação intuitiva é acreditar que, melhor que se adequar a dietas e modismos, é aprender que a mudança de hábitos e estilo de vida são capazes de melhorar o estado de saúde, de forma global do indivíduo, tanto a curto como a longo prazo, por ser muito mais sustentável.

Estes são alguns desses princípios:

1. Rejeição a qualquer tipo de imposição alimentar

Não existe planejamento alimentar à ser seguido. As sensações do seu corpo serão seu guia.

2. Respeite os sinais de fome biológica do seu corpo

Ao sentir fome biológica, se alimente. No caso da fome emocional, exerça seu auto controle, assim você vai aprendendo a se conhecer melhor e driblar a compulsão alimentar.

3. Não sinta medo ou culpa por se alimentar

Aprender um pouco mais sobre alimentos te dá a chance de escolher tudo aquilo que faz bem para seu corpo. É importante aprender a fazer escolhas saudáveis, ter consciência alimentar. Optar por alimentos de verdade, desembalando menos e descascando cada vez mais.

4. Respeite a sensação de saciedade

Somos educados desde a primeira infância, a comer até a última garfada, a suportar um pouco mais de comida, para deixar o “prato limpo” e assim nosso corpo aprende que ficar saciado é estar estufado, de “barriga muito cheia”, quando na verdade, saciar a fome é simplesmente estar bem com a refeição que foi consumida e mesmo assim sentir-se leve e disposto.

5. Descubra prazer em se alimentar de forma consciente

Além de fazer boas escolhas, realizar a refeição com plena atenção é primordial. Coma de forma lenta, saboreando cada alimento. Nosso cérebro leva um tempo para processar a sensação de saciedade, sendo assim, quanto mais rápido comemos, de mais comida precisamos para chegar a sensação de saciedade.

6. Não use alimentos como forma de compensar sentimentos

Ao sentir tristeza, por exemplo, busque maneiras de melhorar esse sentimento. Uma caminhada, conversar com amigos, escutar uma boa música, tomar um banho mais demorado, podem ser estratégias interessantes para melhorar seu humor, sem a necessidade de consumir nenhum tipo de alimento.

7. Aceite seu corpo e cuide dele com carinho

Aceitar seu padrão estético e corporal é o primeiro passo para conseguir chegar a sua melhor forma. Cada pessoa é única e a beleza está na diversidade. Valorizar os pontos que você mais gosta e ter zelo nas suas escolhas alimentares também é cuidar de você. Fazer as pazes com seu espelho é liberta-se de qualquer padrão estipulado pela sociedade. Tenha metas reais e busque ser a sua melhor versão.

8. Respeite sua saúde

Já dizia Hipócrates, há mais de 2.400 anos: “que seu remédio seja seu alimento e que seu alimento seja seu remédio”. Respeite seu estado de saúde e tenha o entendimento que tudo aquilo que consumimos impacta de alguma forma nosso estado atual.

Os benefícios da Alimentação Intuitiva

Um dos principais benefícios da adoção da alimentação intuitiva, é de ordem psicológica. Hoje as pessoas estão, cada vez mais, ligadas as redes sociais, buscando informações, muitas vezes, sem fundamento científico e aplicando em seu dia a dia, planejamentos, condutas e dietas completamente inadequadas para seu corpo e sua realidade, expondo seu corpo e saúde a riscos de doenças e complicações.

Existem estudos que comprovam que, mulheres que adotam a Alimentação Intuitiva, estão bem menos propensas a desenvolver transtornos alimentares como Compulsão ou Anorexia.

Assim como qualquer tipo de conduta, a melhor maneira de ter conhecimento e aplicá-la de forma correta, é procurar um profissional responsável para seguir orientações e ter conhecimento de quais são as melhores escolhas para cada caso.

Lembre-se, a forma como você se alimenta é tão importante, quanto suas escolhas, sentir-se plenamente satisfeito após uma refeição, não traz nenhum desconforto em seu organismo e que a sua melhor forma sempre vai ter como referência, a sua melhor versão e não a de outra pessoa ou algum tipo de padrão.

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Alimentação Fitness: Para quem serve?

Quem está atento às novidades e gosta de se alimentar de forma saudável, já deve ter lido ou escutado em rodas de conversa, o termo Alimentação Fit. Na verdade, o termo Fit vem do inglês e significa ‘em forma’ e, à princípio, temos a impressão que a Alimentação Fit é destinada apenas aos atletas, praticantes de atividades físicas ou pessoas que desejam um ‘shape sarado’.

Na verdade, a Gastronomia Fit vem ganhando cada vez mais espaço nas mesas e nos Cardápios dos Restaurantes, pois as pessoas estão mais atentas às suas escolhas.

Mas afinal, o que é uma Alimentação Fitness?

Um preparo Fit, nada mais é, que um preparo inspirado na gastronomia convencional, com a substituição de ingredientes comuns, por alimentos funcionais, capazes de promover melhoria à saúde dos consumidores, sem deixar de lado todo o cuidado com o sabor e sua apresentação.

O grande propósito da Gastronomia Fit é desmistificar a ideia que refeições saudáveis são sem graça ou sem sabor, isso tem como consequência uma melhor adesão aos planejamentos alimentares e também têm conquistado, um número crescente de pessoas interessadas.

Quais são as categorias dos Alimentos Fitness?

Os Alimentos Fit têm diversas categorias, como, por exemplo, preparos:

·   Termogênicos: Melhoram o desempenho em atividades físicas ou mentais. Exemplo, Bulletproof Coffee e Shots.

·   High Protein: Melhoram o ganho e manutenção de massa magra. Exemplo: Salgado Maromba, suco de claras e Shakes de proteína.

·   Low Carb: Preparados com baixo teor de carboidratos. Exemplo: Lasanha de berinjela e espaguete de legumes.

O que não pode faltar em um Cardápio Fitness?

Para qualquer tipo de prescrição e formatação de um planejamento alimentar, é necessário o acompanhamento de um profissional da área de nutrição, com o objetivo de ajudar, da forma mais adequada, a quantidade e especificidade dos alimentos escolhidos, a fim de promover a evolução e alcance dos objetivos desejados.

Mas, podemos entender também, que uma Alimentação Fit é construída por hábitos saudáveis e escolhas equilibradas, compostas de alimentos naturais, uma boa variedade de frutas, legumes e verduras, proteínas magras, bons nutrientes e especiarias, baixo teor de gordura e sódio, enriquecida com grãos, cereais integrais e sementes.

Para quem busca ganho de massa magra, o recomendado é um planejamento rico no que diz respeito ao consumo de proteínas magras, que são nutrientes responsáveis pela síntese muscular, lembrando também de investir no consumo de gorduras boas, como azeite de oliva, pasta de amendoim e oleaginosas, além de carboidratos complexos (ricos em fibras), como macaxeira, arroz integral, inhame e batata-doce.

Já quem deseja perder peso, deve ter um planejamento calculado com base em um deficit calórico.

Frutas para uma Alimentação Fit
Foto de Magda Ehlers no Pexels

E quais são os alimentos proibidos na Alimentação Fitness?

Não são “bem-vindos” nesse tipo de alimentação, preparos ricos em açúcares refinados, carboidratos simples, gorduras saturadas e multiprocessados.

Suplementos Nutricionais conta na Alimentação Fitness?

O termo suplemento, por definição, significa ‘ao que supre, o que serve para suprir alguma falta’, portanto, seu uso e indicação deve ser feito por um profissional capaz de calcular as necessidades e conhecer sua efetiva atuação, sendo extremamente individualizada sua prescrição.

Na grande maioria das vezes, a alimentação natural é completamente capaz de suprir todas as necessidades de macro e micronutrientes do indivíduo.

O consumo exagerado e indiscriminado de substâncias que suplementam a alimentação pode, ao invés de melhorar, causar danos à saúde, como: hiper vitaminoses, cálculos renais e lesões no fígado e rins.

Atividade Física X Alimentação Fitness

Atividade física e alimentação Fit não possuem uma relação obrigatória! Você pode construir um corpo super saudável e ‘sarado’ sem, necessariamente, ter no cardápio preparos alimentos fits. Também vale a pena lembrar que, atividade física não é prioridade ou especificidade de um tipo de pessoa, faixa etária ou padrão corporal.

Atividade física é primordial para manutenção, e muitas vezes, recuperação do estado de saúde físico, mental e emocional.

Para crianças é essencial para o desenvolvimento neural e motor, nos adolescentes, melhora a autoestima e ajuda no conhecimento e desenvolvimento do próprio corpo, além de ser essencial para formação de hábitos saudáveis.

Nos adultos auxiliam na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações e nos idosos, diminui o risco de depressão, doenças do coração, osteoporose, diabetes e alguns tipos de câncer, sendo para todas as idades uma chance de ampliar o meio social e fazer amizades.

Quanto tempo devo me alimentar antes do treino?

Depende muito das escolhas que você deseja fazer! Caso você tenha pouco tempo, por volta de 15/20 minutos, entre a refeição e a prática de atividade física, opte por alimentos que tragam energia rápida, frutas como banana e abacaxi, são uma excelente opção.

Se você tiver um pouco mais de tempo, algo como 30/40 minutos, pode acrescentar um pouco de proteína, como iogurte ou queijo e se essa refeição estiver ainda mais distante do horário de treino, acrescente fibras e/ou gorduras como aveia e pasta de amendoim, por exemplo.

Respeitar a individualidade pessoal é extremamente importante, treinar de estomago vazio, para alguns, pode causar hipoglicemia e tonturas, já a prática com o estômago cheio, pode causar refluxo, náuseas e vômitos.

2 Receitas para ajudar na sua Alimentação Fitness

Para finalizar, vou deixar aqui algumas Receitas Fit que vão deixar seu cardápio cheio de saúde, sabor e aquele gostinho de incentivo à prática de atividade física!

Coxinha Fit de Frango e Queijo

Coxinha para uma Alimentação Fit
Coxinha para uma Alimentação Fit

Para a massa:

150g de macaxeira/batata-doce ou inhame cozidos

02 colheres de sopa de farinha de amêndoas

Temperos à gosto

Para o recheio:

Frango desfiado e queijo ricota

Modo de Preparo:

Faça um ‘purê’ com a massa e leve ao freezer para ficar fácil de moldar.

Unte as mãos com manteiga, modele a coxinha usando como recheio o franco desfiado com ricota.

Se preferir, ‘empane’ a coxinha com farinha de linhaça.

Leve ao forno ou Airfryer até dourar.

Bulletproof Coffee

Bulletproof para uma Alimentação Fit
Bulletproof para uma Alimentação Fit

Ingredientes

1 xícara (chá) de café

1/2 colher (sopa) de manteiga ghee ou manteiga de cacau

1 colher (chá) de óleo de coco extravirgem ou TCM

1 pitada de canela

1 pitada de pimenta caiena

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador por 30 segundos para que os óleos se emulsifiquem com o café. Fica cremoso, com uma espuma deliciosa, seu sabor é de leite com café, um pouco picante e um leve toque de coco.

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Dicas para treinar na areia no veraneio

Chegamos na estação mais ensolarada do ano! E para você aproveitar o verão com tudo em cima, que tal treinar na praia? Você não precisa de equipamentos para exercitar o seu corpo na beira-mar e a prática tem muitos benefícios, já que a areia aumenta a intensidade dos seus exercícios e estar ao ar-livre traz uma sensação maior de bem-estar e liberdade.
Para aproveitar o melhor da praia, leia nossas dicas essenciais e #PulseSeuMelhor até quando estiver curtindo o veraneio:
Escolha uma boa faixa de areia: evite treinar na areia fofa ou em áreas em que há muita inclinação, já que isso pode causar uma sobrecarga nas suas articulações. Prefira fazer exercícios na areia firme, perto do mar, assim você terá uma melhor assimilação do impacto.
Mantenha a hidratação: a necessidade de hidratação é maior nos treinos ao ar livre. Beba, divididos em goles e a cada hora de treino, no mínimo 400ml de água, sucos ou isotônicos. Mas evite ingerir muito líquido ou seu corpo ficará pesado.
Treine ao ar livre com roupas leves: aposte em tecidos que permitam a boa troca de calor, como o DryFit, Tec Fit ou Cool Dry. Assim, você se adaptará melhor ao calor, diminuirá o suor e a sensação de peso provocada pelo tecido molhado.
Cuide bem da sua alimentação no verão: tome um café da manhã reforçado e prefira alimentos ricos em água, carboidratos de baixo índice glicêmico e proteínas de fontes com baixa gordura. Eles te ajudarão a prevenir tonturas, hipoglicemia e um desgaste excessivo ao treinar.
#PulseSeuVerão: não se iniba pela areia ou com as pessoas ao seu redor, concentre-se na respiração e na postura para aproveitar o sol brilhando, o lindo mar ao seu redor e a refrescância da brisa no seu corpo para ter mais disposição e manter o seu ritmo no verão!

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Dicas para você evitar excessos com a alimentação no final do ano

O final de ano está aí! E com ele o Natal, Réveillon, confraternização da empresa, entre amigos, família, etc… Nessa época é muito comum sair da rotina alimentar, consumir calorias extras e cometer excessos.
Mesmo assim, ainda é possível aproveitar de tudo com moderação, evitando ao máximo os excessos. Duvida? Então confira essas 5 dicas sobre alimentação no final de ano que preparamos para você:

1) Qual a carne mais magra que podemos ter nas ceias de Natal e Ano Novo?

Lombo e chester são carnes bem magras e contribuem para um cardápio menos calórico nas ceias de final de ano. Já o pernil pode fazer parte desse cardápio, o que não podemos é exagerar nas porções. Se houver mais que uma opção de carne, procure escolher apenas uma.

2) Tâmaras, damascos, castanhas, figos: podemos comê-los à vontade?

As frutas cristalizadas são mais calóricas do que as frescas, portanto, devemos consumi-las com moderação. Uma dica é utilizá-las na preparação de outros alimentos, como nozes no salpicão ou damascos com lombo, porque assim dividimos uma porção para toda família. Outra opção é consumir uma porção de 2 nozes por dia, mas não apenas no final do ano.

3) Como resistir ao panetone?

O panetone é muito calórico, mas nem por isso devemos tirá-lo do nosso cardápio. Podemos consumí-lo, desde que moderadamente. Por exemplo, no nosso café da manhã, podemos substituir o pão francês com margarina por uma fatia fina de panetone. Existe também a opção do panetone light, mas isso não é garantia para comer mais, e sim para comer a mesma quantidade com menos calorias.

4) E em relação às sobremesas, quais as mais indicadas?

As gelatinas podem ser utilizadas como uma alternativa, e existem formas muito criativas de prepará-la. Além disso, servir um banquete de frutas como sobremesa é um modo de reduzir o valor calórico da ceia.

5) O que fazer para não ficar com a sensação de estar empanturrado entre a semana de Natal e Ano Novo?

O mais recomendável é limitar a Ceia de Natal apenas à noite de Natal, não prolongando-a para os próximos dias e voltando a se alimentar com uma dieta balanceada e leve ainda no dia seguinte. As compensações e dietas restritivas em nada nos ajudam. A ingestão de uma quantidade maior de água sempre ajuda a combater a desidratação, causada pelas bebidas alcoólicas e pelo consumo exagerado do sal. Um chá de cidreira também ajuda a diminuir a sensação ruim.

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Saiba como comer menos à noite

Quer comer menos à noite? Confira nossa dica.
Já sabemos da importância de um bom café da manhã para fornecer nutrientes, vitaminas e minerais ao nosso organismo e fazer com que nossas funções vitais funcionem de forma normal. Dentre os nutrientes importantes temos a necessidade de ingerir boas fontes de proteína, pois atualmente se sabe que essa estratégia pode ajudar a controlar a fome durante o dia.
Em um estudo realizado e publicado no International Journal of Obesity, foram comparados os benefícios de um café da manhã tradicional, composto de sucos e cereais, comparado a um café da manhã hiperproteico, com leite, ovos, carne magra e iogurte.
Foram recrutados jovens com sobrepeso e que não tinham o hábito de tomar café da manhã. Eles foram divididos em três grupos: o primeiro não realizava o desjejum, o segundo tomava o café da manhã tradicional, que continha 13g de proteína, e o terceiro se alimentava com o café da manhã hiperproteico (com cerca de 35g de proteína). O período experimental do estudo durou três meses, e os resultados mostraram que o grupo que passou a tomar um café da manhã rico em proteína reduziu o consumo de calorias ao longo do dia e controlou melhor os níveis de glicemia.
A explicação é que a digestão e absorção das proteínas é mais lenta do que a de outros nutrientes, e o organismo se mantém satisfeito por mais tempo.
Então, a dica para comer menos é caprichar na ingestão de alimentos proteicos no café da manhã. Assim você não sentirá aquela fome incontrolável à noite!

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5 alimentos saudáveis que podem comprometer sua dieta

Que esses são alimentos saudáveis, não há dúvidas. Entretanto, dependendo de sua dieta e objetivos, é necessário manter um controle em relação à quantidade ingerida.

Abacate

100g de abacate contêm 96 calorias

É uma fruta nutritiva e ótima para a saúde, porém, precisa de atenção especial, pois é extremamente calórica.

Amêndoa

100g (ou 10 unidades) contêm 581 calorias

É rica em gorduras boas e proteína, mas também altamente calórica.

Azeite

50ml (ou 5 colheres de sopas) do óleo têm 442 calorias

Ajuda no controle do colesterol, mas deve ser ingerido em pouca quantidade.

Barrinha de Cereal

Não são tão calóricas, mas possuem uma grande quantidade de açúcares, inclusive xarope de glicose, que está diretamente ligado ao acúmulo de gordura abdominal.

Iogurtes industrializados

A maioria dos iogurtes industrializados de morango, frutas vermelhas e outros sabores chamativos, além de muita gordura, contêm corantes artificiais e muito açúcar. Prefira as opções naturais.

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O que comer após o treino?

Você sabia que a alimentação é tão importante quanto a intensidade e a duração dos seus treinos quando o assunto é ganhar massa muscular ou queimar gordura?
Quando se fala em refeição ou estratégia alimentar pós treino essa importância é ainda maior, uma vez que o período imediatamente após a atividade física tem a capacidade de digestão e de absorção aumentada.

Sendo assim, se o seu objetivo é perda de gordura corporal e o incremento de massa muscular, leia essa dica da Pulse sobre o que comer após o treino.

Do ponto de vista nutricional, o percentual de gordura do indivíduo é o principal critério a ser adotado para melhor escolha da composição da refeição pós-treino. Percentuais de gordura de 15% e 12% para mulheres e homens, respectivamente, podem ser utilizados como norteadores de planejamento.
Para aqueles com valores acima dos citados, o pós-treino imediato deve ser água e, geralmente, a indicação é de não fazer um pós-treino imediato, mas, cerca de 30 minutos após a atividade, seguir com uma refeição contendo proteínas de boa qualidade, carboidratos de baixo índice glicêmico e gorduras boas.
Já para aqueles com percentual de gordura baixo, menor que os valores citados anteriormente, o uso de carboidratos de alto índice glicêmico e de proteínas com maior potencial insulinotrópico (com capacidade de estimular o hormônio insulina) pode fazer importantes estímulos de vias envolvidas no aumento de massa muscular. Após esta estratégia, pode-se realizar uma refeição pós-treino completa, conforme mencionado anteriormente.
Vale salientar que pós-treinos contendo grandes quantidades de gordura podem atrapalhar estímulos para aumento de massa muscular, tais como os genes envolvidos com a síntese proteica.
As estratégias são extremamente particulares, e profissionais habilitados devem ser consultados para ajustes individuais.